Gianni Infantino confirmou em Vancouver, Canadá, que vai tentar a reeleição como presidente da FIFA no 78.º congresso a ter lugar no próximo ano.
O ítalo-suíço de 56 anos foi eleito pela primeira vez em 2016 e foi reeleito em 2019 e 2023.
Segundo o jornal francês L’Équipe, as associações de futebol já terão dado o seu apoio a Infantino.
Os estatutos da FIFA limitam os presidentes a três mandatos de quatro anos.
No congresso eletivo de 2023, em Kigali, decidiu-se que Infantino iniciaria ali o seu segundo mandato, uma vez que o seu primeiro mandato, a partir de 2016, iniciado após a queda de Sepp Blatter no meio de acusações de corrupção, foi considerado incompleto e não contando para o limite.
As confederações de África e Ásia já anunciaram o seu apoio a Infantino, que assegurou assim 101 de 211 votos. Infantino já tinha garantido os 10 votos da América do Sul.
Apesar de ter o caminho aberto para a reeleição, Infantino tem enfrentado muitas críticas. Recentemente foi criticado pela sua ligação próxima ao Presidente dos EUA, Donald Trump, a quem agraciou com o Prémio da Paz FIFA.
A atribuição do prémio de dezembro de 2025 levou a FairSquare a apresentar uma queixa ao comité de ética da FIFA.

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