A Nigéria, à partida, não é a favorita a ganhar a competição, mas para já parece a primeira grande vencedora do Mundial 2018. Ainda antes do dia 1 de junho, abertura de vendas, o equipamento principal já tinha sido encomendado mais de três milhões de vezes. Cada camisola custa cerca de 75 euros.

Ao que tudo indica, a Nike, marca que também equipa a seleção portuguesa, terá recebido mais encomendas que o stock disponível nas lojas online e físicas. Em Londres, na altura do amigável da seleção africana, formaram-se filas para conseguir o equipamento.

Não só as camisolas domésticas, mas como os equipamentos de treino e a linha da marca ficaram também esgotadas. O kit foi lançado tarde, para não haver oportunidade de disseminação de réplicas falsas pelo país, segundo a Federação Nigeriana de Futebol (NFF).

As vendas do equipamento nigeriano ultrapassaram as 2,8 milhões de compras da camisola do Manchester United, no ano de 2016. Este já é um recorde no continente africano. Há quem venda, nas plataformas online, o equipamento pelo dobro do valor.

O equipamento da seleção, mais conhecida por ‘Super-Águias’, evoca tempos áureos do país no futebol. O design foi inspirado nos equipamentos dos Jogos Olimpicos de 1996, em Atlanta, quando a Nigéria conquistou a medalha de ouro. Foi a primeira seleção africana a consegui-lo. As cores também são alusivas ao Mundial de 1994, nos Estados Unidos da América, a primeira presença da seleção numa fase final.

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O jornal MARCA destacou o equipamento nigeriano como o mais preferido dos fãs, seguindo o da França e da Croácia. No Campeonato do Mundo de 2018, disputado na Rússia, a Nigéria vai defrontar a Croácia, a Islândia e a Argentina na fase de grupos. O Mundial disputa-se de 14 de junho a 15 de julho.

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