A CR7 Footwear, marca de calçado de Cristiano Ronaldo, terminou a sua ligação com a Portugal Footwear para a produção de sapatos. O jogador deslocou a produção de calçado para o estrangeiro e a empresa portuguesa, que detinha a licença de conceção, produção e comercialização da marca, sofreu um golpe profundo na sua estratégia de mercado.

A CR7 Footwear mudou-se para o estrangeiro no início de 2017, contrariando as convicções do internacional português na estreia da sua linha de calçado casual. Em 2015, no lançamento da marca, Ronaldo justificou a sua aposta no calçado português devido à sua “capacidade de criação, produção, design e moda”, padrões nos quais a Portugal Footwear se enquadrava. Dois anos depois, a ligação entre as duas entidades cessou e a última coleção lançada para o mercado foi a Outono/Inverno de 2016.

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O CEO da Portugal Footwear, Paulo Gonçalves, afirmou que, após o fim do contrato com a CR7 Footwear, a empresa de calçado ficou “numa situação económico-financeira muito sensível”. As dívidas da empresa chegam aos seis milhões de euros, distribuídas por mais de 150 credores, com o passivo efetivo a rondar os três milhões.

Apresentámos um Processo Especial de Revitalização para a reestruturação da empresa”, afirma Paulo Gonçalves. O CEO não esconde que a rescisão de contrato com a marca de CR7 é a principal justificação para a situação crítica na qual a sua empresa se encontra.

Para além de sapatos, Cristiano Ronaldo conta com uma marca de roupa, denominada CR7 Clothing, uma linha de roupa interior (CR7 Underwear) e anunciou que irá lançar uma coleção de roupa infantil, inspirada no seu filho mais velho.

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