A casa de apostas Boyle Sports optou por continuar a patrocinar a camisa do West Ham apesar das recentes alegações contra o antigo presidente David Sullivan e da despromoção do time inglês ao Championship.
Ainda há um mês a Boyle Sports disse que estava “muito preocupada com a com a gravidade das alegações feitas contra David Sullivan”, após uma investigação conjunta do programa Panorama da BBC e do jornal The Times sobre acusações de comportamento predatório contra o dirigente de 77 anos.
Sullivan rejeitou “categoricamente” as acusações, que abrangem o período em que fez fortuna com a pornografia e os jornais.
Ainda assim, desde que as alegações foram tornadas públicas, Sullivan demitiu-se de vice-presidente e o bilionário checo Daniel Kretinsky tornou-se no maior acionista depois de um negócio relâmpago com a vice-presidente Vanessa Gold.
Tais mudanças terão impressionado os responsáveis da Boyle Sports, sobretudo pela rapidez com que tiveram lugar, no que parece ser o início de uma nova era no clube do Leste de Londres.
Apesar da descida, os torcedores já compraram 45 mil bilhetes de época para a temporada 2026-2027, a primeira fora da Premier League desde 2012.
O facto de o West Ham ter descido também permite à Boyle Sports continuar como patrocinador principal, isto porque a partir da próxima temporada as empresas de apostas já não poderão ser patrocinadoras principais de camisolas na Premier League.
“O West Ham United é um dos clubes mais reconhecidos do futebol inglês, com uma história de orgulho e uma claque apaixonada”, afirmou o diretor executivo da Boyle Sports, Vlad Kaltenieks.
“Tivemos orgulho em iniciar a nossa parceria na época passada, mas isto é apenas o início.”

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