Um jogo não se vence só dentro de campo, também fora dele há toda uma preparação. As federações sabem bem disso e é por essa razão que é crucial ter um bom selecionador à frente de uma boa equipa. Depois de uma intensa pesquisa, o Finance Football apresenta-lhe os salários dos 32 selecionadores do Mundial 2018 da Rússia.

O timoneiro português, herói no Euro 2016 de França, Fernando Santos, ocupa a quinta posição do ranking. Um salário de 2,5 milhões de euros anuais, que o faz superar treinadores como o Gareth Southgate (Inglaterra) e Jorge Sampaoli (Argentina).

O líder desta longa lista é o selecionador alemão Joachim Löw. Um salário anual de 3,8 milhões de euros que faz do técnico germânico o mais bem pago da competição. O comandante da “Mannschaft” ganha tanto como o combinado dos salários dos dez treinadores menos bem pagos deste mundial. Tite (Brasil) e Didier Deschamps (França) completam o pódio, com salários semelhantes.

No sentido contrário, está o treinador do Senegal, Aliou Cissé. A seleção africana paga ao seu selecionador cerca de 200 mil euros por ano. Ainda que tenha um salário humilde, Aliou Cissé tem ao seu dispor jogadores de grande calibre como Sadio Mané, do Liverpool, e Kalidou Koulibaly, do Nápoles.

A grande surpresa belga

Uma das maiores curiosidades é Roberto Martínez. O antigo técnico do Everton vai já no seu terceiro ano à frente da poderosa Bélgica. Apesar de comandar uma das seleções mais valiosas do Campeonato do Mundo, Roberto Martínez conta apenas com um salário de 800 mil euros anuais. Uns furos a baixo dos outros selecionadores de seleções de topo.

Julen Lopetegui figura no fundo da lista, apesar de já ter sido oficialmente despedido, com efeito imediato, da seleção espanhola. Ao que tudo indica, terá sido devido ao facto do treinador ter assinado contrato com o Real Madrid quando ainda estava no comando da seleção na Rússia. O seu salário era um dos mais altos da competição (3 milhões de euros).

O outro nome conhecido dos adeptos portugueses neste ranking é Carlos Queiroz. O selecionador do Irão surge ligeiramente abaixo de Fernando Santos, no sétimo posto, com um salário de 1,8 milhões de euros. Sendo que as expectativas do Irão para este Mundial não são altas, este é um salário que se revela bastante generoso.

 

 

 

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