A seleção nacional do Senegal voltará a vestir Puma, depois de terminar o acordo com a Romai. O contrato tem o valor de 2,5 milhões de euros por ano. A Federação Senegalesa de Futebol (FSF) rompeu a ligação com a marca alemã em 2014, tendo esta apenas deixado em 2016. Volta agora, a tempo de representar os africanos no Mundial, realizado na Rússia.

“Depois de estudar todas as ofertas, o comité executivo decidiu autorizar o presidente da federação a finalizar o contrato com a Puma” referiu Augustin Senghor, o presidente da FSF.

Propostas da Nike, da Adidas e de outras fornecedoras estiveram em cima da mesa. Contudo, “a Puma está acima das outras ofertas” como destacou Senghor, acrescentando que “durante um período de cinco anos, vamos recuperar montantes fixos substanciais, como750 mil euros por ano em royalties na venda de equipamentos”.

A Puma, curiosamente, só iria representar duas seleções no torneio: Suíça e Uruguai. A produtora alemã tem várias ligações no continente africano, mas sem o sucesso garantido no próximo ano: Costa do Marfim, Gana e Camarões, bem como a sua principal seleção, a Itália.

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A fornecedora Romai Sports parece estar a perder a credibilidade no mundo do desporto-rei. Depois da Jamaica cancelar o contrato, segue-se o Senegal, e fica assim sem nenhuma representante no Mundial de 2018. A título de exemplo, a empresa dos Emirados Árabes Unidos perde, só com a seleção americana 4,5 milhões de euros. Não se sabe os valores envolvidos no acordo de dois anos entre a empresa e o Senegal.

A seleção senegalesa chega à sua segunda Copa do Mundo, depois de conseguir a estreia em 2002. Nesse torneio, derrotou a campeã mundial França e chegou aos quartos-de-final. O Senegal chega ao Mundial depois de atingir o topo do Grupo D. Na Rússia, terão como adversários a Polónia, a Colômbia e o Japão.

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