Cinquenta anos depois, o Atlético de Madrid vai deixar o mítico estádio Vicente Calderón. Mas é por um bom motivo: a mudança de casa vai permitir albergar muito mais adeptos do que até aqui, e as receitas do clube vão aumentar ao longo da próxima década em… 100 milhões de euros.

A nova casa do Atlético vai ser baptizada de Wanda Metropolitano. É este exótico nome, que mistura um patrocínio chinês com uma homenagem ao antigo estádio Metropolitano – usado pelo Atlético de 1923 a 1966 –, que permite ao clube espanhol encaixar uma verba recorde com o naming do recinto.

“Chegamos a um acordo com o Wanda Group para dar um nome ao nosso novo estádio”, disse Enrique Cerezo, presidente do Atlético. “Eles são, sem dúvida, o nosso melhor parceiro para a nossa nova casa, com o nome de Wanda Metropolitano. ”Um nome cheio de história e futuro, um nome perfeito para todos os adeptos do Atlético de Madrid”, concluiu.

O grupo multimilionário chinês é detentor de 20% da SAD do clube. Um negócio de 44 milhões de euros feito em Abril de 2015 pelo magnata Wang Jianlin, a 19ª pessoa mais rica do mundo.

Conhecido nos últimos anos por “La Peineta”, o estádio foi inaugurado em 1994 e servia a comunidade da cidade de Madrid em vários eventos. Em 2008, o autarca de Madrid e o presidente do Atlético chegaram a um acordo que permitiu fazer o trespasse da infraestrutura de 70 mil lugares para o clube colchonero.

Além da mudança de terreno, os rojiblancos irão também alterar o símbolo combinando a história do clube com a atualidade.

 

El escudo evolucionará para la temporada 2017/18. #HistoriaYFuturo pic.twitter.com/p0LBeEhGl3

Os 100 milhões que provenientes do naming do estádio vão aumentar os números positivos dos últimos anos do clube de Madrid. Fechou a época passada com uma receita liquida de 13 milhões de euros.

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