O Benfica revelou o seu interesse em participar na gestão de um clube da Premier League inglesa. A razão da vontade dos encarnados vem dos grandes acordos publicitários e televisivos dos clubes do primeiro escalão inglês. A exploração de um emblema britânico permitiria aumentar as receitas do Benfica.

O administrador financeiro da SAD benfiquista, Domingos Soares de Oliveira, explicou à Forbes Portugal que a exploração do clube seria feita de “forma limitada”. O objetivo será exportar o modelo de negócios do Benfica para um “clube do meio da tabela”. Não foi revelado nenhum emblema em específico até ao momento.

Quando o dinheiro é muito, as pessoas preocupam-se menos com a otimização do seu volume de negócios. Nós temos uma experiência de dez ou quinze anos em que, sem dinheiro, tivemos de otimizar o nosso modelo, chegando ao ponto de hoje o Benfica ser uma empresa que está finalmente a conseguir diminuir a alavancagem feita em cima da dívida”, contou Soares de Oliveira à Forbes.

A Premier League é um mercado de grande interesse, com aproximadamente 2.700 milhões de euros em receitas a serem distribuídos pelos 20 clubes. O Sunderland obteve um maior prémio por terminar no último posto do que o Real Madrid por ter vencido a Liga dos Campeões.

Apesar do Benfica procurar um rendimento financeiro extra, não se pode queixar da sua situação. Segundo um estudo da KPMG, as “águias” são o emblema mais rentável do futebol europeu. Por cada 100 milhões que os tetracampeões geraram, conseguiram obter um lucro de 30 milhões de euros.

A ideia dos encarnados pode no entanto vir a ser… inconcretizável. As leis na Premier League dizem que “nenhum clube pode ser detido (ou deter) por um clube terceiro“. Dando o benefício da dúvida à SAD encarnada, espera-se por mais novidades em relação a este caso.

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