E no final ganhou a Espanha, 16 anos depois da última Copa do Mundo.
A seleção espanhola bateu a Argentina por 1-0 num jogo dramático no MetLife Stadium que teve a casa cheia com 80.663 torcedores.
Foi o último de 104 jogos do maior Mundial de sempre e que contou com uma assistência recorde nos estádios das 16 cidades de Estados Unidos, Canadá e México que acolheram a prova: mais de 6,81 milhões de espectadores.
Na verdade, o recorde já havia sido pulverizado na fase de grupos, que contou com a participação de 48 seleções de todo o mundo, com a marca de 4,644,549 torcedores nos estádios americanos, canadenses e mexicanos.
Isto significa que a Copa do Mundo registrou uma taxa de assistência 99.7%, ou seja, com todos os jogos com estádios praticamente lotados.
Em média, cada partida teve 65.490 espectadores no estádio.
“Provavelmente já leram muitas dúvidas e críticas, coisas como: os estádios vão estar vazios, os vistos não vão chegar, as equipas não vão poder jogar, e por aí fora”, disse Gianni Infantino, presidente da FIFA, em um balanço sobre a competição. “E tudo aconteceu exatamente ao contrário. Silenciámos todas as críticas. O poder do jogo, a magia do jogo, prevaleceu. O futebol conquistou a América e a América tornou-se um país do futebol.”
Com a FIFA a avaliar o alargamento do torneio para 64 seleções, a próxima Copa do Mundo poderá fazer cair estes recordes.
