Quatro minutos e 20 segundos. Cerca de 7 horas, 30 minutos e 40 segundos em todo o torneio.
É este o tempo das controversas pausas para hidratação na Copa do Mundo que a FIFA introduziu para proteção dos jogadores e que está a tornar-se numa mina de ouro para as televisões em termos de rentabilização publicitária.
As publicidades são permitidas 20 segundos após o apito do árbitro para a ‘hydration break’ e devem terminar 30 segundos antes de o jogo recomeçar.
Muitas televisões aproveitam a janela para apresentar anúncios. Nos EUA valem $250 milhões.
Outros canais aproveitam o tempo para análise do jogo.
Apesar de não ser consensual, a UEFA assegurou que a próxima Copa da Europa não terá pausas para hidratação.
Continuará a existir uma pausa para arrefecimento mas apenas se as temperaturas passaram determinados níveis. E não há planos para mudar esta regras, segundo confirmou um responsável da UEFA ao The Telegraph.
Ou seja, estas pausas existirão se nos países que vão acolher a prova — Inglaterra, Escócia, Gales e República da Irlanda — tiverem temperaturas superiores a 32 graus.
“A UEFA não tem planos para mudar estes regulamentos nas próximas competições, incluindo na Champions League e Campeonato da Europa 2028”, declarou o responsável.
