A UEFA vai distribuir cerca de 331 milhões de euros em prémios monetários às seleções que participaram no Campeonato da Europa 2020.

Trata-se de um aumento de 30 milhões de euros em relação ao Euro 2016, realizado em França, e que coroou a seleção portuguesa como campeã da Europa.

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2016, de resto, marcou uma mudança significativa no torneio de seleções do continente europeu, quando a UEFA passou a admitir 24 seleções, em vez de 16 equipas. E isso teve reflexos também na parte financeira: mais jogos, mais dinheiro.

Nessa medida, os prémios monetários deram um salto de 105 milhões da edição de 2012 (Polónia e Ucrânia) para a edição de 2016 (França).

Olhando para a história mais recente dos Campeonatos da Europa é possível observar como a competição se tornou numa máquina de fazer dinheiro.

Em 1996, o Euro organizado pela Inglaterra gerou prémios de “apenas” 51 milhões de euros — importa também frisar que estes valores não levam em linha de conta a inflação.

Desde então, os prémios subiram quase 500%! Em euros, corresponde a um aumento de 250 milhões de euros em 25 anos.

O Euro 2004, organizado por Portugal, distribuiu prémios financeiros de 130 milhões de euros, mais 54 milhões em relação ao Euro 2000, realizado na Bélgica e Holanda.

Entre 2008 (Áustria) e 2012 (Polónia e Ucrânia) o dinheiro distribuído pela UEFA pouco aumentou: dos 184 milhões para os 196 milhões de euros.