A UEFA, organismo que rege o futebol europeu, perdoou o Paris Saint-Germain de uma multa relativa ao Fair-Play Financeiro. No entanto, a UEFA impôs certas obrigações ao clube parisiense, que continua debaixo de olho do organismo europeu.

Após a análise às contas do PSG (transferências incluídas) entre os anos de 2015 e 2017, o organismo decidiu não punir o campeão francês apesar das suspeitas. A investigação esteve nas mãos da Autoridade de Controlo Financeiro de Clubes da UEFA (CFCI). A autoridade certificou-se que o emblema de Paris não ultrapassou um défice de 30 milhões de euros entre os anos anteriormente referidos.

Contratações de Neymar e Mbappé (na foto) aumentaram o défice do PSG

As aquisições de Neymar (222 milhões de euros) e Mbappé (145 milhões de euros + 35 milhões de euros em bónus) ajudaram a desequilibrar a balança financeira do Paris Saint-Germain, apesar dos contratos milionários com empresas, principalmente, vindas do Qatar (Banco Nacional do Qatar, Ooredoo, beIN Sports, Autoridade de Turismo do Qatar e Aspetar).

No entanto, vários órgãos de comunicação social como o jornal L’Equipe, acredita-se que a UEFA “obrigou” o clube francês a encaixar pelo menos 60 milhões de euros até ao dia 30 de junho. Por outro lado, os franceses só poderão contratar jogadores a partir desta mesma data, para que as possíveis despesas não entrem nas contas de 2015, 2016 e 2017.

A turma de Neymar e companhia dominou o panorama futebolístico em solo francês. Os parisienses venceram a Ligue 1 com 13 pontos do segundo classificado (AS Monaco) e conquistaram as duas Taças nacionais, a Coupe de France (vitória por 2-0 frente aos Les Herbiers) e a Coupe de la Ligue (vitória por 3-0 diante do AS Monaco). O uruguaio Edison Cavani conquistou a Bota de Ouro, com 28 tentos certeiros na Ligue 1 e o brasileiro Neymar arrecadou o terceiro posto na tabela dos melhores marcadores, com 19 golos da sua autoria.

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